Estavam Crow e Doom a admirar uma bela maçã quando um Raimundo surgiu do açougue e começou a falar:
- Vocês os dois!
- Quiê? - disse o Doom todo assustado e Crow ao lado a ouvir Lady Gaga.
- Dá cá o rebuçado!
- Não me apetece.
- Teme a vingança!
- Vou ao wc.
- Não antes de... falar com a Maria.
- Quem é a Maria?
- A sua esposa.
- A minha esposa!!?
- Sim, sr. Doom.
Depois desta revelação Doom vai para o wc pensar sobre a bela maçã. De repente alguém aparece e o chama de:
- Lindo rapaz! Sou a Maria!
Doom sai da WC com as calças molhadas na mão e de boxers para baixo, com um ar de quem não aguentou, e disse:
- Olá... sou o rudeboy.
O rudeboy abaixa as antenas gritando:
- A MARIA TEM BIGODE!!
Crow ouviu e, para seu espanto, ao admirar a senhora, observou que o bigode era em baixo...
- Que raio, é esse monte de pêlos, aí todos queimados?
- A minha barba. - respondeu Maria.
- A tua barba vai arder no inferno!! - disse Crow à mulher.
Doom foi para a sua casa, cabisbaixo. Crow decidiu iniciar uma demanda até à habitação de Belzebu, no Inferno, percorrendo os passos dantescos, para verificar toda a situação de Maria e trazer algum conforto ao amigo. No caminho encontrou um sábio que lhe disse:
Crow ouviu e, para seu espanto, ao admirar a senhora, observou que o bigode era em baixo...
- Que raio, é esse monte de pêlos, aí todos queimados?
- A minha barba. - respondeu Maria.
- A tua barba vai arder no inferno!! - disse Crow à mulher.
Doom foi para a sua casa, cabisbaixo. Crow decidiu iniciar uma demanda até à habitação de Belzebu, no Inferno, percorrendo os passos dantescos, para verificar toda a situação de Maria e trazer algum conforto ao amigo. No caminho encontrou um sábio que lhe disse:
- Se queres desbarbar usa uma gilete.
Decidido a exterminar a grande e robusta barba de Maria, que o tinha seguido, mandou uma gilete contra a sua cabeça. A camaradagem comunista aplaude efusivamente o sucedido!
Crow, após sucederem-se coisas disse, dizendo:
- Como sou motherfucker!!!
E deu três pinotes, imitando um jumento.
Para festejar, Doom comprou iogurtes, um estragado e outro apetitoso.
Doom, após comer o iogurte que estava estragado, meteu mão na boca e arrancou a sua garganta. Esta, toda ensanguentada de sangue vermelho, cantou a missa do galo.
Decidido a exterminar a grande e robusta barba de Maria, que o tinha seguido, mandou uma gilete contra a sua cabeça. A camaradagem comunista aplaude efusivamente o sucedido!
Crow, após sucederem-se coisas disse, dizendo:
- Como sou motherfucker!!!
E deu três pinotes, imitando um jumento.
Para festejar, Doom comprou iogurtes, um estragado e outro apetitoso.
Doom, após comer o iogurte que estava estragado, meteu mão na boca e arrancou a sua garganta. Esta, toda ensanguentada de sangue vermelho, cantou a missa do galo.
O Diabo não gostou daquela falta de respeito de desbarbar no seu domínio e começa a evaporar, até evaporar tudo o que havia na poça vermelha.
Da poça vermelha sai o Darth Vader, vestido de salpicão, todo direito e encasacado.
- Éhehhe people! The Dark Side back there is the darkest melão I've seen. - comentou, embriagado de absinto.
- Que poeta! És o meu herói da poesia! Melhor que Fernando Pessoa! - diz Maria, recuperada do choque mas já sem barba, atirando-se dum pinheiro infernal abaixo e caindo em cima de uma enorme quantidade de rochas. Ficou feita num oito.
- Maria!!! - Grita Crow enquanto ouve a música dos Xutos - "A vida vai torta... Maria!"
- Já te comia... ups... - ronca um porco Napoleão para o Crow que estava pronto para a matança.
Crow fartou-se de toda esta balbúrdia e confusão no enredo e puxou da faca para descascar a maçã do início da história, revelando o enorme segredo descoberto por Newton há anos, a gravidade - com a dita faca cortou a maçã e atirou-a ao porco, Estaline, que decidiu fazer das suas famosas últimas palavras um belo poema de encantar:
"Longe, na aldeia da Covilhoa,
Doom avistou uma gaja toda boa"
Labels: Fan Fiction
Nos, já muitas vezes referidos aqui, fóruns da TheForce.net, encontramos um dia um jovem. Era holandês e dono de um grande coração. Não tanto no sentido de ser bom para os outros, amigo do seu amigo, mas sim de ter um coração tão grande que fazia pressão contra os seus pulmões, o que acabou por levar à sua explosão. Antes de rebentar, no entanto, inscreveu-se no fórum e em poucos posts deixou uma tão forte impressão que passados mais de três anos ainda nos faz verter uma lágrima de quando em vez. Eis, Anótnio.
"Boas, Sou o António Veerbeck tenho 26 anos e sou da Holanda.
Adoro o Dart Vader e o meu planeta preferido é Jedi Conce, um dia gostarias de ter a coragem e preserverancia de um Tatuin, aguentar com as tempestades de areia é algo que me fascina. Vejo SW logo quando estreou e por isso sou fanatica.
Também gosto muito de andar de rollerblades e as vezes faço truques com os rollerblades, ja ando ha um mes e consigo fazer grids nas paredes, ainda caio as vezes mas nao faz mal porque uso joalheiras e protecções nos dentes.
O meu filme de SW prefferido é o "Revenge of the Sidious" porque acho que é muita emossao ver o Anakim ficar o Darth Vader apos tudo que se passou ao longo dos episodios nr 1 a 6 que foram tambem bons e o terceiro foi mais emossionante e sim gosto dos outros.
Gosto de poesia, bonita. É esta uma cançao tradicional de Alblasserwaard, onde vivo:
en het verscheen een kikker,
ik heb hem gelijk opgegeten,
het was een grote ruin,
Als het goed bewaard werd,
zou ik twintig dagen geven,
Oh Van Cruyf,
om het vee te weiden!"
Depois do desaparecimento prematuro de António, doom deixou de conseguir dormir a achar que aquelas linhas estrangeiradas tinham alguma mensagem profetica. Falou com um amigo, Olu Iur, que trabalhava nas Finanças como contabilista e que tinha feito um curso por telefone em cantigas holandesas. Após longa análise, Olu disse que não percebia todo o contexto, mas sentia o emanar de fortes ventos místicos daquelas frases. Eis a sua interpretação:
Eu era dentro dentro ruptura,
e apareceu uma râ,
mim tem-no direito opgegeten,
uma ruína grande era,
se fosse mantida bem,
mim daria a vinte dias,
Oh Camionete Cruyf,
para pastar o gado!
Eu era dentro dentro ruptura,
e apareceu uma râ,
mim tem-no direito opgegeten,
uma ruína grande era,
se fosse mantida bem,
mim daria a vinte dias,
Oh Camionete Cruyf,
para pastar o gado!
Não satisfeito, doom acabou por ir para Amesterdão, onde se sustentou como limpa chaminés para membros do KKK, que procediam em espancá-lo de cada vez que acabava um trabalho por estar coberto de cinza e parecer o cão Farrusco. Isto durante 13 anos, até dominar o idioma nativo e conseguir traduzir tudo. Mal percebeu as derradeiras palavras, começou a correr sem parar para Portugal para as contar a Crow. Chegado, foi isto que disse, antes de se desintegrar em confetis:
Eu estava no buraco,
E parecia um sapo,
Eu gosto dele comido,
Que era um cavalo castrado grande,
Se ele estava bem preservado,
Eu dava-lhe vinte dias,
Oh van Cruyf,
Leva o gado para pastar!
Eu estava no buraco,
E parecia um sapo,
Eu gosto dele comido,
Que era um cavalo castrado grande,
Se ele estava bem preservado,
Eu dava-lhe vinte dias,
Oh van Cruyf,
Leva o gado para pastar!
Nota: acreditem ou não, o conto que se segue foi inspirado por Herman Hesse, Friedrich
Nietzsche, C. S. Lewis e um paraíso bucólico no Norte de Portugal.
Nietzsche, C. S. Lewis e um paraíso bucólico no Norte de Portugal.
No séculos XIV, na região do Minho, nascia um soberbo urso sem cabeça.
"Que estranha situação" - pensaram todos os habitantes da floresta onde a Mãe-Ursa pariu tão singela criatura. Batizaram-no Arnaldo e colocaram uma melancia sobre o seu pescoço.
* * * *
No entanto isto não lhe chegava. Sentia que o Mundo precisava dele. Foi assim que aos 16 anos partiu à exploração e abandonou o conforto da sua gruta.
* * * *
Seguiu para Oeste porque pensava que assim encontraria menos aranhas - ouvia lendas das Aranhas do Este, comedoras de melancias, contadas por grilos da Floresta Encantada.
Levou duas sanduíches e um saco de batatas assadas e fez-se à impiedosa jornada. Saltitou ao pé-coxinho durante a primeira meia-hora e andou a trote quando avistou dois gambuzinos com ar maroto, como quem vai acasalar e produzir criancinhas se não forem impedidos. Como não gostava de ver poucas-vergonhas bateu palmas e gritou: "Cuidado com as DST!".
Os gambuzinos pararam de ser malcriados e apresentaram-se:
"Sou a Ivete Semgalo, desculpa o cheiro a repolho. Queres comer connosco?"
Arnaldo não possuia sistema digestivo com capacidade para digerir verduras e, portanto, declinou a oferta. Papou ambos os gambuzinos nas sanduiches e arrotou, com classe, o macho. Inspeccionando os pertences verificou que se tratavam de gambuzinos reais, feitos de repolho. O único reino de gambuzinos ficava próximo, na lua de Vénus. Por ser tão fácil saltar até chegar à tal lua, Arnaldo recusou-se a realizar tal tarefa e partiu imediatamente.
Arnaldo não possuia sistema digestivo com capacidade para digerir verduras e, portanto, declinou a oferta. Papou ambos os gambuzinos nas sanduiches e arrotou, com classe, o macho. Inspeccionando os pertences verificou que se tratavam de gambuzinos reais, feitos de repolho. O único reino de gambuzinos ficava próximo, na lua de Vénus. Por ser tão fácil saltar até chegar à tal lua, Arnaldo recusou-se a realizar tal tarefa e partiu imediatamente.
* * * *
Continuou dois metros para Oeste e começou a sentir-se diabético. Parou para merendar.
"Nada de açucares!" - gritou a um passarinho que lhe trazia uma carta. Era um pão-de-ló espalmado.
"E um cházinho?" bufou o nosso herói.
"Pede à vaca Mimosa" retorquiu o passarinho, expelindo fezes audazmente. A bovina, que por ali se encontrava, começou a esguichar leite.
Entretanto o passarinho apresentou-se:
Entretanto o passarinho apresentou-se:
"Sou o Diogo Amado" - disse Poupas, disfarçado de pintassilgo. "Queres chouriças?" e atirou-lhe duas.
"Sabem a triângulo-de-sinalização mergulhado em rechaça de abelhas... Quero mais!" - o urso apreciava metal enriquecido com algo próximo do mel.
"Querem juntar-se a um grupo de expedição à lua de Vénus?" - perguntou o Poupas, ainda um mestre do disfarce.
"Não, lá está muito calor." - disse Arnaldo e bebeu o leite expelido pela Mimosa.
* * * *
Partiu, não sem antes antes escutar o barulho do estômago e constatar que ainda tinha larica, o que o levou a comer um louva-a-deus verdinho e a vaca Mimosa.
Percorreu duas quintas à procura de missões especiais. Falhou e então decidiu continuar para uma casa assombrada, ver se lá havia fantasmas para caçar.
Percorreu duas quintas à procura de missões especiais. Falhou e então decidiu continuar para uma casa assombrada, ver se lá havia fantasmas para caçar.
"Quero droga!" - gritou o fantasma do John Lennon.
"A cocaina não és buena para a tua saudita." disse a Alice a assoar-se. Arnaldo deu-lhe um lenço, e um sopapo ao fantasma.
"Estás perdido urso ou gostas de cerejas?" - miou Alice, nua e sem preconceitos.
"Quero sentir o vibe fluir pela minha melancia, quero disparar pevides pelos olhos, minha dama."
Alice sentiu que estava perante um Apólo, e apreciando mais os Dionísios fugiu dali. Arnaldo foi então para o interior da casa procurar um foguete para ir para a lua de Vénus. Teve sucesso e, assim, morreu.
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